O Vasco Diogo mostrou-me isto no outro dia, sobre a auditoria oficial da dívida pública do Equador, como o processo se repetiu noutros países da América Latina, e a ocorrência de uma tentativa de golpe de estado.
Informação bastante útil sobre os fundamentos e consequências dum processo desse género.
http://www.socialismo.org.br/portal/economia-e-infra-estrutura/101-artigo/1729-a-experiencia-da-auditoria-oficial-da-divida-publica-equatoriana-e-a-recente-tentativa-de-golpe-de-estado
Luís Melo
sexta-feira, 29 de abril de 2011
O casino chamado Wall Street
"I'm not a violent person, but I dont understand why people are not protesting in the street against Wall Street!"
William Cohen autor do Livro "Money and Power"
Entrevista no Daily Show
Luís Alves
William Cohen autor do Livro "Money and Power"
Entrevista no Daily Show
Luís Alves
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Icelandic Modern Media Initiative
A Icelandic Modern Media Initiative é uma proposta de lei aprovada no parlamento islandês (com os votos de todos membros da Assembleia) que visa proteger e fortalecer a liberdade de expressão moderna, ou seja, é a tentativa de criar uma espécie de "paraíso" para o jornalismo de Investigação.
"It is hard to imagine a better resurrection for a country that has been devastated by financial corruption than to turn facilitating transparency and justice into a business model."
Luís Alves
"It is hard to imagine a better resurrection for a country that has been devastated by financial corruption than to turn facilitating transparency and justice into a business model."
Luís Alves
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Entrevista a José Mário Branco - Antena 1
"... quando o povo caí em si e percebe que vindo para a rua pode impor o bom senso... a revolução, para mim, é uma questão de bom senso."
José Mário Branco - entrevista à Antena 1
Luís Alves
José Mário Branco - entrevista à Antena 1
Luís Alves
Casa da Achada : Ciclo Revoltas e Revoluções
REVOLUÇÃO e REVOLTA são palavras difíceis de definir. Não são ‹‹estáveis››. E cada vez menos o são. E cada vez menos as usamos. E cada vez menos moram nas nossas cabeças. Como se o nosso tempo as dispensasse.
Talvez o cinema ajude a perceber o seu sentido. E o que foram aquelas REVOLUÇÕES e REVOLTAS que foi havendo pelos tempos fora. Ou algumas delas. Sem as quais não seríamos o que somos hoje:
Na nossa terra, em Abril, desde 1974, a palavra REVOLUÇÃO vai voltando, mais do que no resto do ano, aos discursos e às conversas, provocando por vezes algumas controvérsias. Por isso, iniciamos este ciclo em Abril. E continuamos por Maio – Maio do 1º de Maio, do Maio 68, do fim da Comuna de Paris… E por Junho, sem conseguirmos, mesmo assim, mostrar tudo o que nos apetecia.
Os filmes sobre REVOLTAS e REVOLUÇÕES que vale a pena ver (ou rever) são muitos. Grande parte, documentários. Mas escolhemos para este ciclo, sobretudo ficções (ou perto disso) a partir de acontecimentos. Abrimos uma excepção para Portugal 1974-1975. Ou mais ou menos clássicos, ou mais ou menos experimentais, ou mais ou menos conhecidos, todos têm, de uma maneira ou de outra, a História dentro. E tentámos aqui aumentar a ‹‹nossa›› História, diversificando continentes, países, épocas, classes sociais, derrotas e vitórias, autores, formas e locais de produção.
E por tudo isto e sobretudo pelo que são que, ainda mais do que nos outros ciclos, estes filmes são debatidos.
Programa
Vasco Santos
Talvez o cinema ajude a perceber o seu sentido. E o que foram aquelas REVOLUÇÕES e REVOLTAS que foi havendo pelos tempos fora. Ou algumas delas. Sem as quais não seríamos o que somos hoje:
Na nossa terra, em Abril, desde 1974, a palavra REVOLUÇÃO vai voltando, mais do que no resto do ano, aos discursos e às conversas, provocando por vezes algumas controvérsias. Por isso, iniciamos este ciclo em Abril. E continuamos por Maio – Maio do 1º de Maio, do Maio 68, do fim da Comuna de Paris… E por Junho, sem conseguirmos, mesmo assim, mostrar tudo o que nos apetecia.
Os filmes sobre REVOLTAS e REVOLUÇÕES que vale a pena ver (ou rever) são muitos. Grande parte, documentários. Mas escolhemos para este ciclo, sobretudo ficções (ou perto disso) a partir de acontecimentos. Abrimos uma excepção para Portugal 1974-1975. Ou mais ou menos clássicos, ou mais ou menos experimentais, ou mais ou menos conhecidos, todos têm, de uma maneira ou de outra, a História dentro. E tentámos aqui aumentar a ‹‹nossa›› História, diversificando continentes, países, épocas, classes sociais, derrotas e vitórias, autores, formas e locais de produção.
E por tudo isto e sobretudo pelo que são que, ainda mais do que nos outros ciclos, estes filmes são debatidos.
Programa
Vasco Santos
quinta-feira, 21 de abril de 2011
PDM -Lisboa
Entre Abril e Maio vão-se realizar sessões públicas para revisão do Plano Director Municipal de Lisboa. A sessão territorial sobre Benfica vai-se realizar a 12 de Maio.
Vasco Diogo
Vasco Diogo
Dono de agências de ‘rating’ tem 370 milhões em dívida periférica
"A Capital World Investors, a maior accionista da entidade que detém a agência de ‘rating' Standard & Poor's e tem uma participação de 11,02% na Moody's detém pelo menos 370 milhões de euros em dívida de Irlanda, Portugal, Espanha, Grécia."
Notícia
Luís Alves
Notícia
Luís Alves
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Nic Marks - The Happiness Manifesto - NEF
O que é o NEF ?
"nef (the new economics foundation) is an independent think-and-do tank that inspires and demonstrates real economic well-being.
We aim to improve quality of life by promoting innovative solutions that challenge mainstream thinking on economic, environment and social issues. We work in partnership and put people and the planet first.
nef was founded in 1986 by the leaders of The Other Economic Summit (TOES) which forced issues such as international debt onto the agenda of the G7 and G8 summits.
We are unique in combining rigorous analysis and policy debate with practical solutions on the ground, often run and designed with the help of local people. We also create new ways of measuring progress towards increased well-being and environmental sustainability.
nef works with all sections of society in the UK and internationally - civil society, government, individuals, businesses and academia - to create more understanding and strategies for change."
Luís Alves
Nasceu o Movimento 12 de Março - M12M
Hoje, 20 de Abril de 2011 nasceu o Movimento 12 de Março. Paula Gil, Alexandre de Sousa Carvalho, João Labrincha e António Frazão, organizadores da "Geração à Rasca", decidiram fundar o Movimento 12 de Março (M12M), recordando a data em que milhares de pessoas contaram as suas histórias e expressaram o seu desagrado para com a situação que se vive em Portugal.
As Iniciativas deste movimento são por agora:
- Reunir 35 mil assinaturas para apresentação de proposta de lei na Assembleia da Républica - Lei contra a precariedade
- Fazer referendo ao pagamento da dívida
-Em conjunto com a Associação 25 de Abril promover um verdadeiro debate, pelo confronto de ideias, pelo simples diálogo.
- Exigir auditoria às contas públicas portuguesas
Links:
- Página facebook M12M
- Manifesto
Luís Alves
As Iniciativas deste movimento são por agora:
- Reunir 35 mil assinaturas para apresentação de proposta de lei na Assembleia da Républica - Lei contra a precariedade
- Fazer referendo ao pagamento da dívida
-Em conjunto com a Associação 25 de Abril promover um verdadeiro debate, pelo confronto de ideias, pelo simples diálogo.
- Exigir auditoria às contas públicas portuguesas
Links:
- Página facebook M12M
- Manifesto
Luís Alves
terça-feira, 19 de abril de 2011
Mais de 50 organizações cívicas europeias e 60 mil cidadãos pedem para manter as sementes livres
"...Ontem foi o último dia das Jornadas Internacionais de Acção, marcando o ponto alto da Campanha pelas Sementes Livres que denuncia a revisão em curso da legislação europeia em matéria de produção e comercialização de sementes (ver a Nova Lei das Sementes no site da Campanha). Esta revisão vai favorecer a crescente privatização das sementes agrícolas por uma dúzia de multinacionais, com graves consequências para horticultores e agricultores pequenos e para a segurança e autonomia alimentares, não só na Europa como em todo o mundo.
O mercado das sementes é hoje um oligopólio, com dez empresas a controlar 67% do mercado global de sementes comerciais (In Who Owns Nature? (2008), ETC Group Report). Através da manipulação genética, as patentes e a cobrança de direitos para a reprodução de sementes estas empresas estão a condicionar a diversidade genética do nosso planeta.
Os tratados internacionais e a legislação europeia já estão a favorecer fortemente as variedades de sementes industriais em detrimento das variedades tradicionais e da diversidade fitogenética conseguida com o trabalho de homens e mulheres agricultores ao longo de séculos. A nova legislação a ser proposta pela Comissão Europeia em 2011 vem restringir ainda mais a acção do agricultor, obrigando a burocracias que na prática vão inibir a reprodução de sementes tradicionais.
A Campanha Europeia pelas Sementes Livres reclama o livre acesso às sementes, o apoio à preservação da diversidade agrícola e a proibição das patentes sobre plantas. As sementes são um bem comum e vital e não devem ser entregues à exploração exclusiva da indústria agro-alimentar..."
Mais informações sobre o tema podem ser encontradas na página da campanha.
Vasco Santos
O mercado das sementes é hoje um oligopólio, com dez empresas a controlar 67% do mercado global de sementes comerciais (In Who Owns Nature? (2008), ETC Group Report). Através da manipulação genética, as patentes e a cobrança de direitos para a reprodução de sementes estas empresas estão a condicionar a diversidade genética do nosso planeta.
Os tratados internacionais e a legislação europeia já estão a favorecer fortemente as variedades de sementes industriais em detrimento das variedades tradicionais e da diversidade fitogenética conseguida com o trabalho de homens e mulheres agricultores ao longo de séculos. A nova legislação a ser proposta pela Comissão Europeia em 2011 vem restringir ainda mais a acção do agricultor, obrigando a burocracias que na prática vão inibir a reprodução de sementes tradicionais.
A Campanha Europeia pelas Sementes Livres reclama o livre acesso às sementes, o apoio à preservação da diversidade agrícola e a proibição das patentes sobre plantas. As sementes são um bem comum e vital e não devem ser entregues à exploração exclusiva da indústria agro-alimentar..."
Mais informações sobre o tema podem ser encontradas na página da campanha.
Vasco Santos
O estado a que Portugal chegou, por que chegou a ele, e como sair dele
Estudo bastante interessante realizado pelo economista Eugénio Rosa - O estado a que Portugal chegou, por que chegou a ele, e como sair dele
Luís Alves
Luís Alves
segunda-feira, 18 de abril de 2011
O Estado-mercadoria e o fim da democracia
A dominação não basta. É necessária uma ideologia da dominação. A maioria não conta. O que conta é a ideologia que submete à minoria. Essa é também a essência de qualquer regime democrático. A ideologia da dominação garante à minoria a eleição pela maioria.
A ideologia é uma crença. Fazer crer é aquilo em que se traduz o argumento político. Os meios de comunicação são teatro. A estética, a ilusão perfeita. A "verdade" virtual sobrepõe-se à verdade real. Não se pode arrancar a máscara: já está colada à cara.
As televisões vendem imagens. Os seus clientes são empresas de publicidade. O mercado garante a equivalência das mercadorias. Aquilo a que chamamos "informação" é apenas uma delas. O pluralismo ideológico é uma espécie de estante de supermercado no meio do shopping global. Este é o pluralismo a que temos direito. O pluralismo do consumo, e não o da cidadania.
O mercado reduz tudo a mercadoria, incluindo a justiça, a educação, a saúde, o saber, a arte, o sexo, a religião e, é claro, a política. O mercado toma o lugar da ideologia na exacta medida em que se transforma na mais "diáfana" das ideologias: aquela que se dissimula a si própria e nos aparece sob a forma de mera "duplicação daquilo que já é".
Agora chegou a vez do Estado. A constituição política, os direitos fundamentais, os orgãos de suberania, os partidos, as eleições parecem relegados para o museu das velharias inúteis. Os verdadeiros órgãos de poder de poder político já não estão em Portugal, nem sequer na União Europeia, muito menos respondem perante eleitorado.
Eis o resultado da situação a que chegámos: "lixo". Os órgãos de informação são infatigáveis no diagnóstico. Parece ser agora a "mercadoria" que mais se vende. Qual é a TV, o programa, o pivot que estão a ganhar no ranking das quotas de audiência? As empresas de publicidade estão atentas. As direcções de informação também...
Lixo - verdadeiramente - é, porem, este monumental vazio de ideias e de projecto a que a Europa chegou, esta crispada imagem de sem-poder que nos transmitem as instituições políticas, este espectáculo pornográfico de usura à escala mundial (num mundo de fome e de miséria!), este clima sombrio e de muito mau presságio de fim da festa da democracia.
A política cedeu o lugar à economia, e esta, por sua vez, apropriou-se da política. Ao contrário do que se diz, a crise das dívidas soberanas e o ataque ao euro não resultam dos "mecanismos" do mercado, nem são consequência inevitável de factores económico-financeiros. Usa-se a máscara de uma agenda financeira para impor uma agenda política. Ao mesmo tempo, são silenciadas as vozes incomodas, mesmo que sejam prémios Nobel da Economia.
Quem reina agora são os especuladores ("jazemos e possuímos"). As agências de rating são os seus oráculos. Geraram um novo produto transaccionável: o Estado-mercadoria. São milhões de pessoas, Estados inteiros oferecidos em holocausto à gula do capitalismo de casino.
O descarado gáudio de alguns com a entrada do FEEF/FMI não vem somente das grandes negociatas em perspectiva com a liquidação do Estado social. Vem do sabor antecipado de triunfo sobre os próprios mecanismos democráticos. Trata-se de confrontar o eleitorado com o facto consumado das decisões "técnicas"
Nunca uma ideologia de dominação foi tão sofisticada. Já não lhe basta "assegurar" o sentido de voto. Pretende também torná-lo obsoleto.
Mário Vieira de Carvalho
Professor catedrático da FCSHL (UNL)
in jornal Público, 18 Abril
Cabe-nos a nós dizer BASTA. Cabe-nos a nós intervir para parar isto!
Luís Alves
A ideologia é uma crença. Fazer crer é aquilo em que se traduz o argumento político. Os meios de comunicação são teatro. A estética, a ilusão perfeita. A "verdade" virtual sobrepõe-se à verdade real. Não se pode arrancar a máscara: já está colada à cara.
As televisões vendem imagens. Os seus clientes são empresas de publicidade. O mercado garante a equivalência das mercadorias. Aquilo a que chamamos "informação" é apenas uma delas. O pluralismo ideológico é uma espécie de estante de supermercado no meio do shopping global. Este é o pluralismo a que temos direito. O pluralismo do consumo, e não o da cidadania.
O mercado reduz tudo a mercadoria, incluindo a justiça, a educação, a saúde, o saber, a arte, o sexo, a religião e, é claro, a política. O mercado toma o lugar da ideologia na exacta medida em que se transforma na mais "diáfana" das ideologias: aquela que se dissimula a si própria e nos aparece sob a forma de mera "duplicação daquilo que já é".
Agora chegou a vez do Estado. A constituição política, os direitos fundamentais, os orgãos de suberania, os partidos, as eleições parecem relegados para o museu das velharias inúteis. Os verdadeiros órgãos de poder de poder político já não estão em Portugal, nem sequer na União Europeia, muito menos respondem perante eleitorado.
Eis o resultado da situação a que chegámos: "lixo". Os órgãos de informação são infatigáveis no diagnóstico. Parece ser agora a "mercadoria" que mais se vende. Qual é a TV, o programa, o pivot que estão a ganhar no ranking das quotas de audiência? As empresas de publicidade estão atentas. As direcções de informação também...
Lixo - verdadeiramente - é, porem, este monumental vazio de ideias e de projecto a que a Europa chegou, esta crispada imagem de sem-poder que nos transmitem as instituições políticas, este espectáculo pornográfico de usura à escala mundial (num mundo de fome e de miséria!), este clima sombrio e de muito mau presságio de fim da festa da democracia.
A política cedeu o lugar à economia, e esta, por sua vez, apropriou-se da política. Ao contrário do que se diz, a crise das dívidas soberanas e o ataque ao euro não resultam dos "mecanismos" do mercado, nem são consequência inevitável de factores económico-financeiros. Usa-se a máscara de uma agenda financeira para impor uma agenda política. Ao mesmo tempo, são silenciadas as vozes incomodas, mesmo que sejam prémios Nobel da Economia.
Quem reina agora são os especuladores ("jazemos e possuímos"). As agências de rating são os seus oráculos. Geraram um novo produto transaccionável: o Estado-mercadoria. São milhões de pessoas, Estados inteiros oferecidos em holocausto à gula do capitalismo de casino.
O descarado gáudio de alguns com a entrada do FEEF/FMI não vem somente das grandes negociatas em perspectiva com a liquidação do Estado social. Vem do sabor antecipado de triunfo sobre os próprios mecanismos democráticos. Trata-se de confrontar o eleitorado com o facto consumado das decisões "técnicas"
Nunca uma ideologia de dominação foi tão sofisticada. Já não lhe basta "assegurar" o sentido de voto. Pretende também torná-lo obsoleto.
Mário Vieira de Carvalho
Professor catedrático da FCSHL (UNL)
in jornal Público, 18 Abril
Cabe-nos a nós dizer BASTA. Cabe-nos a nós intervir para parar isto!
Luís Alves
Direito de iniciativa legislativa junto da Assembleia da República
Lei nº 17/2003 garante que um conjunto de cidadãos e cidadãs possam exercer o “direito de iniciativa legislativa junto da Assembleia da República”.
Assim, um mínimo de 35 mil pessoas (que sejam eleitores regularmente inscritos) pode propor uma lei para ser discutida e votada no parlamento.
Luís Alves
Assim, um mínimo de 35 mil pessoas (que sejam eleitores regularmente inscritos) pode propor uma lei para ser discutida e votada no parlamento.
Luís Alves
domingo, 17 de abril de 2011
Geração à Rasca Inc
Os mentores da Geração à Rasca® vão finalmente desenrascar-se. Despertaram os empreendedores que tinham dentro de si e transformaram o movimento Geração à Rasca® num negócio. A partir de agora, cada vez que algum incauto resolver utilizar o termo Geração à Rasca® com "fins lucrativos, de cariz partidário, religioso ou violento" ou de alguma forma que deixe o movimento Geração à Rasca® indisposto, terá que pagar os correspondentes "royalties". O "business plan" da Geração à Rasca® é ambicioso e identifica como público alvo da Geração à Rasca® todos os cidadãos de países lusófonos. O potencial do negócio é ilimitado e a indústria do capital de risco está em polvorosa com a Geração à Rasca®. Podem passar a ser feitas manifestações sob o "franchise" Geração à Rasca®, quem disser que faz parte da Geração à Rasca® terá imediatamente que acertar contas com o movimento Geração à Rasca®, vamos ter sabonetes da Geração à Rasca®, Barbie & Ken Geração à Rasca® e Seat Ibiza Edição Especial Geração à Rasca®. Em breve poderemos ver o que começou como a pequena "start up" Geração à Rasca® cotada em bolsa a lançar OPAs sobre outras Gerações. Enfim, o céu é o limite da Geração à Rasca®. É exactamente este tipo de pensamento inovador e "out of the box" que fará com que a Geração à Rasca® deixe de ser Geração à Rasca®.
-António C. Caldas
Vasco Santos
-António C. Caldas
Vasco Santos
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Movimento 12 de Março – M12M
20 de Abril, quarta-feira, às 11 horas, em frente ao Museu do Fado, em Lisboa. Alguém quer ir? Pelo menos para saber o que é o Movimento 12 de Março.
"Movimento 12 de Março nasce da iniciativa dos criadores do Protesto da Geração À Rasca e promete ser uma voz activa na promoção e defesa da Democracia “em todas as áreas da nossa vida”.
Lisboa, 15 de Abril de 2011 - Alexandre de Sousa Carvalho, António Frazão, João Labrincha e Paula Gil anunciam a criação de um colectivo informal, com o nome “Movimento 12 de Março – M12M”, como nova designação do grupo de amigos que lançou espontaneamente o repto para o Protesto da Geração À Rasca.
Os seus objectivos, imagem e áreas de actuação serão anunciados publicamente no dia 20 de Abril, quarta-feira, às 11 horas, em frente ao Museu do Fado, em Lisboa. Convidamos, desde já, todos os órgãos de comunicação social a estarem presentes.
Informam também que, para além do nome "Movimento 12 de Março - M12M", a expressão “Geração À Rasca” foi registada como marca para evitar utilizações abusivas, nomeadamente em actividades com fins lucrativos, de cariz partidário, religioso ou violento."
Comunicado de imprensa dia 15 Abril 2011
noticia
"Movimento 12 de Março nasce da iniciativa dos criadores do Protesto da Geração À Rasca e promete ser uma voz activa na promoção e defesa da Democracia “em todas as áreas da nossa vida”.
Lisboa, 15 de Abril de 2011 - Alexandre de Sousa Carvalho, António Frazão, João Labrincha e Paula Gil anunciam a criação de um colectivo informal, com o nome “Movimento 12 de Março – M12M”, como nova designação do grupo de amigos que lançou espontaneamente o repto para o Protesto da Geração À Rasca.
Os seus objectivos, imagem e áreas de actuação serão anunciados publicamente no dia 20 de Abril, quarta-feira, às 11 horas, em frente ao Museu do Fado, em Lisboa. Convidamos, desde já, todos os órgãos de comunicação social a estarem presentes.
Informam também que, para além do nome "Movimento 12 de Março - M12M", a expressão “Geração À Rasca” foi registada como marca para evitar utilizações abusivas, nomeadamente em actividades com fins lucrativos, de cariz partidário, religioso ou violento."
Comunicado de imprensa dia 15 Abril 2011
noticia
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Communalism as alternative?
Depois de falarmos aqui várias vezes de Democracia directa, DEMOEX ou orçamento participativo, está na altura de saber a ideologia que está por trás destas ideias - Communalism.
Luís Alves
Luís Alves
terça-feira, 12 de abril de 2011
Precisa-se de matéria prima para construir um País Eduardo Prado Coelho - in Público (2007)
"A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.
Agora dizemos que Sócrates não serve.
E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós. Nós como povo.
Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal...
E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
- Onde a falta de pontualidade é um hábito;
- Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
- Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
- Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
- Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.
- Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
- Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.
- Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
- Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta.
Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa ?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror ?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados!
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.
AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO."
Vasco Santos
Agora dizemos que Sócrates não serve.
E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós. Nós como povo.
Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal...
E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
- Onde a falta de pontualidade é um hábito;
- Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
- Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
- Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
- Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.
- Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
- Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.
- Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
- Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta.
Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa ?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror ?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados!
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.
AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO."
Vasco Santos
Robin Hood tax
A Taxa Robin Hood é um imposto ao sector bancário, cujas receitas serão usadas para combater a pobreza, a desigualdade e as alterações climáticas.
Um imposto minúsculo de cerca de 0,05% nas operações, como venda e compra de acções, títulos, moeda estrangeira e seus derivados - de uma transação de 1 milhão de euros tirava-se 500.
Cerca de 350 economistas proeminentes de todo o mundo escreveram um pedido conjunto aos lideres do G20 para implementar a taxa Robin Hood com carácter de urgência.
Luís Alves
Um imposto minúsculo de cerca de 0,05% nas operações, como venda e compra de acções, títulos, moeda estrangeira e seus derivados - de uma transação de 1 milhão de euros tirava-se 500.
Cerca de 350 economistas proeminentes de todo o mundo escreveram um pedido conjunto aos lideres do G20 para implementar a taxa Robin Hood com carácter de urgência.
Luís Alves
segunda-feira, 11 de abril de 2011
E nós?
Todos nós estamos um pouco perdidos, estamos revoltados com "isto", estamos tristes com "esta" situação. Nada faz sentido. Culpamos tudo... culpamos os políticos, os de esquerda, os de direita, a função publica, o vizinho do lado... mas a culpa essa é nossa e só nossa! Nós que andámos amorfos estes anos todos, que não dizemos basta, nós que estamos sempre a espera que alguém faça alguma coisa, alguém que altere as coisas por nós. Somos criaturas que vivem com a secreta esperança que esses economistas, cientistas e outras pessoas muito inteligentes resolvam está crise filha da puta por nós...
Chegou a altura de AGIR!! Temos de ser parte da solução!! Temos de fazer a revolução dentro de nós próprios!
Dêem uma vista de olhos neste protesto da UK uncut.
Luís Alves
Chegou a altura de AGIR!! Temos de ser parte da solução!! Temos de fazer a revolução dentro de nós próprios!
Dêem uma vista de olhos neste protesto da UK uncut.
Luís Alves
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Para Portugal sair da crise
Perante este agravamento concertado da crise, como buscar uma saída que restitua aos portugueses a dignidade de existir? - Artigo de Boaventura de Sousa Santos
Luís Alves
Luís Alves
Islândia combate a injustiça
Amanhã, dia 9 de Abril, os islandeses vão decidir através de referendo se pagam as dividas do banco Icesave ao Reino Unido e Holanda. Afinal a "Revolução Pacifica Islandesa" é pura e simplesmente isto, a população decidiu não pagar o que a banca andou a gastar irresponsavelmente, a população decidiu exigir justiça... e nós?
link
Luís Alves
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Luís Alves
Carnide como exemplo de participação e dados sobre despesa pública
"ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DE CARNIDE É REFERÊNCIA INTERNACIONAL
A freguesia lisboeta de Carnide tem há três anos um orçamento participativo, para o qual contribuem todos os moradores desde idosos a crianças, num processo que é uma referência a nível internacional
O envolvimento da população faz-se na altura de preparar o orçamento, com sessões públicas e inquéritos, reuniões específicas com idosos e crianças, mas sobretudo ao longo do ano, com uma prestação permanente de contas, contou à Lusa o presidente da Junta de Freguesia de Carnide, Paulo Quaresma (CDU).
Numa altura em que a Câmara Municipal de Lisboa iniciou o seu primeiro orçamento participativo, Paulo Quaresma alertou para o perigo de se «brincar à participação« e diz que na sua freguesia já se colhem os frutos daquela medida, por exemplo, nos níveis de abstenção que se situam entre «5 a 7 por cento abaixo da média da cidade».
«O apelo permanente à participação das pessoas faz com que elas não se alheiem», defendeu."
Outros dados interessantes sobre estatísticas nacionais - PORDATA. reparem na despesa pública
Sara
A freguesia lisboeta de Carnide tem há três anos um orçamento participativo, para o qual contribuem todos os moradores desde idosos a crianças, num processo que é uma referência a nível internacional
O envolvimento da população faz-se na altura de preparar o orçamento, com sessões públicas e inquéritos, reuniões específicas com idosos e crianças, mas sobretudo ao longo do ano, com uma prestação permanente de contas, contou à Lusa o presidente da Junta de Freguesia de Carnide, Paulo Quaresma (CDU).
Numa altura em que a Câmara Municipal de Lisboa iniciou o seu primeiro orçamento participativo, Paulo Quaresma alertou para o perigo de se «brincar à participação« e diz que na sua freguesia já se colhem os frutos daquela medida, por exemplo, nos níveis de abstenção que se situam entre «5 a 7 por cento abaixo da média da cidade».
«O apelo permanente à participação das pessoas faz com que elas não se alheiem», defendeu."
Outros dados interessantes sobre estatísticas nacionais - PORDATA. reparem na despesa pública
Sara
Economistas entregam queixa na PGR contra agências de rating
Uma iniciativa que vale a pena seguir com atencao, pois os procedimentos poderao ser semelhantes caso se pretenda denunciar outras situacoes do mesmo tipo.
Vasco Diogo
Vasco Diogo
quinta-feira, 7 de abril de 2011
"Dutch bankers' bonuses axed by people power"
Aqui fica um exemplo de como uma campanha social na Holanda conseguiu bloquear os bonus recebidos pelos gestores dum banco que recentemente tinha sido resgatado pelo estado Holandes com dinheiro dos contribuintes.
Vasco Diogo
Vasco Diogo
terça-feira, 5 de abril de 2011
"A ditamole"
Este artigo data de Outubro do ano passado, acho que o vi através da Cláudia.
Já se passou praticamente meio ano, foi escrito antes da greve geral de 24 de Novembro, das presidênciais e de 12 de Março mas parece que continua a fazer sentido, apesar da colagem partidária do discurso.
Rita
Já se passou praticamente meio ano, foi escrito antes da greve geral de 24 de Novembro, das presidênciais e de 12 de Março mas parece que continua a fazer sentido, apesar da colagem partidária do discurso.
Rita
Portugal Uncut
Já conhecem o Portugal Uncut?
"Trata-se de um movimento independente e apartidário com o objectivo de desmantelar um sistema que favorece as finanças e não a comunidade. Não temos um modelo de protesto fixo, um discurso formatado, não saímos à rua a horas certas e não precisamos de sair todos ao mesmo tempo. Somos um movimento pacífico, as nossas armas são a imaginação, a informação e o poder que temos quando nos juntamos — na rua, nas redes sociais, por aí."
Luís Alves
"Trata-se de um movimento independente e apartidário com o objectivo de desmantelar um sistema que favorece as finanças e não a comunidade. Não temos um modelo de protesto fixo, um discurso formatado, não saímos à rua a horas certas e não precisamos de sair todos ao mesmo tempo. Somos um movimento pacífico, as nossas armas são a imaginação, a informação e o poder que temos quando nos juntamos — na rua, nas redes sociais, por aí."
Luís Alves
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Habitação para todos
Para quem acha interessante, pode procurar informação sobre a questão da política de arrendamento que praticamente não existe, mas parece que não está esquecida.
Rita
Rita
Democracia participativa...
No seguimento da ideia do Orçamento de Lisboa e, olhando para exemplos como Islândia ou na Suécia o partido local Demoex, tive curiosidade... Como é que chegamos lá?? Sinto-me num despertar demasiado tardio, mas de qualquer forma aqui fica o esforço:
Esta ideia de democracia participativa já foi estruturada por volta dos 80\90 pelas Nações Unidas, a ideia será trabalhar a partir de uma escala local e alargar para a global, a Agenda 21 está estreitamente relacionada com o desenvolvimento sustentado e, muito com questões ambientais etc., acabando por ser transversal.
Como tudo a um nível tão global leva o seu tempo e acaba por ser mais uma daquelas informações que nos passa ao lado... A não ser que sejas da área ou um curioso...
Em suma, contrariando os mais descrentes em instituições do género das Nações Unidas, penso que os nossos percursos em várias áreas podem passar por experiências do género que estão a ser feitas a localmente em várias outras cidades do mundo, sobre quais podemos aprender.
E depois acreditar no lado mais positivo da globalização e dar um empurrãozito.
Correndo o risco de ser repetitiva, a informação está lá, se fores educado a procurar não só encontras como também ages em conformidade...
Há questões mais urgentes e menos globais presentemente, é verdade, mas o futuro ainda é nosso! Ou não é?
Alguém sabe mais qualquer coisa sobre isto?
Rita Reis
Esta ideia de democracia participativa já foi estruturada por volta dos 80\90 pelas Nações Unidas, a ideia será trabalhar a partir de uma escala local e alargar para a global, a Agenda 21 está estreitamente relacionada com o desenvolvimento sustentado e, muito com questões ambientais etc., acabando por ser transversal.
Como tudo a um nível tão global leva o seu tempo e acaba por ser mais uma daquelas informações que nos passa ao lado... A não ser que sejas da área ou um curioso...
Em suma, contrariando os mais descrentes em instituições do género das Nações Unidas, penso que os nossos percursos em várias áreas podem passar por experiências do género que estão a ser feitas a localmente em várias outras cidades do mundo, sobre quais podemos aprender.
E depois acreditar no lado mais positivo da globalização e dar um empurrãozito.
Correndo o risco de ser repetitiva, a informação está lá, se fores educado a procurar não só encontras como também ages em conformidade...
Há questões mais urgentes e menos globais presentemente, é verdade, mas o futuro ainda é nosso! Ou não é?
Alguém sabe mais qualquer coisa sobre isto?
Rita Reis
Um em cada três trabalhadores está em situação irregular
Um em cada três trabalhadores identificados numa campanha da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) estava em situação irregular ou com trabalho não declarado.
Noticia TSF
Luís Alves
Noticia TSF
Luís Alves
Revolução pacifica islandesa - Respostas
Muito se tem ouvido falar sobre a tal "revolução pacifica" que se deu na Islândia. Descobri um artigo no "El País" que talvez dê para dar algumas respostas a tantas perguntas sobre este assunto.
Outros links que também ajudam a perceber o caso Islandês:
-Eleições de 2009 Islândia
-Eleição de comité para reescrever a constituição Islandesa
Luís Alves
Outros links que também ajudam a perceber o caso Islandês:
-Eleições de 2009 Islândia
-Eleição de comité para reescrever a constituição Islandesa
Luís Alves
domingo, 3 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Orçamento Partcipativo Lisboa
O Orçamento Partcipativo Lisboa é uma ideia bastante interessante, as pessoas propõem, as pessoas votam e a Câmara Municipal concretiza os projectos mais votados até ao limite de 5 milhões de euros.
Luís Alves
Luís Alves
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